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ANTROPOLOGIA. O primeiro homem viveu há 10.500 anos antes de Adão

  No Museu do Mamute, que fica próximo à  base aérea de Santa Lucia, no Estado do México, tem um esqueleto do  Homem de Chimalhuacán, que teria existido há 10.500 anos atrás. Isso significa que esse homem e sua família viveram nesta parte do mundo cerca de quatro mil anos antes de Adão e Eva. Então, essa estória de que Adão tenha sido o primeiro homem, está confusa!  Imagens do site Quora
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PINTURA iraniana da crucificação e a bandeira de Israel

 

George Sand e o homem que diz ter sido um cachorro em outra vida

Imagem produzida por I.A. a partir de um pedido nosso Texto de Nonato Albuquerque   Dei-me a admirar os textos de George Sand. Depois do interesse em saber o porquê de uma mulher usar um nome masculino em sua trajetória literária – descubro ter sido puro preconceito da sociedade da época, pois que as editoras abriam espaço apenas para a figura masculina - , fui levado por um impulso a conhecer sua obra.  Confesso que me surpreendeu. Principalmente, “Os contos da avó”  Amandine   Aurore Lucile Dupin , esse seu nome de batismo.  Ela dedicou seu último livro aos netos. E entre os textos, “Le Chien et la fleur sacrée”(O cão e a flor sagrada), onde a autora viaja na questão das vidas sucessivas, o que parece ter motivado Allan Kardec a lhe enviar um volume do “Livro dos Espíritos”. O codificador da doutrina espírita, provavelmente, teria interesse em explicar a amiga de Fréderic Chopin, a questão das vidas múltiplas, nas quais o enredo do conto se desenrola, com as...

RELIGIÃO. A parábola que os cristãos ainda não entenderam

  A Parábola dos Talentos (Mateus 25:14-30), na visão espírita, representa o uso responsável dos recursos divinos — materiais, intelectuais e morais — confiados a cada Espírito durante a reencarnação. Deus espera que multipliquemos essas capacidades através do trabalho e do bem, sendo a preguiça e o medo (enterrar o talento) causas de estagnação espiritual.  Mas há quem coloque o jargão religioso em discussão. O escritor Dan Foster discute, em um artigo na Medium , a interpretação vigente dessa parábola narrada  em  Mateus 25 . " Porque, se Jesus queria dar uma imagem clara do caráter de Deus, essa parece uma escolha estranha. O senhor recompensa o lucro desenfreado, tira de quem tem pouco e elogia aqueles que multiplicam suas riquezas, enquanto condena quem simplesmente devolve o que recebeu", analisa.  O detalhe que muda tudo, segundo Foster A primeira pergunta que começou a me incomodar foi surpreendentemente simples. Quem nos disse que o mestre n...

ATRÁS DO TRIO ELÉTRICO SÓ NÃO VAI QUEM JÁ MORREU?